Ensino Fundamental 6, 7 e 8 anos Histórias saborosas

Seu desafio é selecionar e contar a seus alunos e alunas tantas histórias quantas você conseguir nas quais os alimentos desempenhem um papel importante. São muitas as histórias deste tipo, como Chapeuzinho Vermelho e a cesta de comidinhas para a vovó, Pedro Malasartes e a sopa de pedras, mitos indígenas sobre o surgimento da mandioca ou do guaraná, a Bruxa Salomé e seu jantar encantado, mitos clássicos, como o de Deméter e Perséfane, Rapunzel e a horta da bruxa vizinha. Lembre-se também que um dos principais personagens de Lobato é uma cozinheira e outro é uma avó, o que sempre significa várias comidas sobre a mesa. Seu critério, aqui, deve ser focado nos alimentos que você quer apresentar a seus alunos. Escolha as histórias que mais poderão conferir sentido simbólico a estes alimentos, aquelas que vão provocar em todas as crianças o desejo de participar da história e, por isso, o de experimentar estes alimentos. Para começar, você deve contar as histórias escolhidas a seus alunos, daquele jeitinho que todas as histórias merecem. Se quiser, você pode levar para a sala de aula objetos e adereços que representem personagens ou cenários. Lembre-se que, neste caso, a ênfase é dirigida aos alimentos ou refeições que as histórias contêm, o que significa dizer que é aqui que deve se instalar um certo mistério, que só poderá ser resolvido com a participação das crianças. À medida que forem colecionando histórias, convide seus alunos e alunas a montarem os cardápios de vários restaurantes diferentes: um restaurante que só atenda bruxas e magas muito más, um que só atenda fadinhas muito encantadoras, uma casa de chá que atenda às princesas mais delicadas, uma lanchonete só para super-heróis etc. Selecionem, nas histórias, todas as informações que podem ajudá-los na montagem destes cardápios tão especiais, mas fiquem muito à vontade para usar sua imaginação. Montem cada cardápio com imagens dos pratos, desde as saladas e entradas, até as sobremesas. Procure levar exemplos de cardápios convencionais, para que eles entendam melhor como funciona este tipo textual. Conforme os cardápios fiquem prontos, seus alunos poderão levá-los para casa, juntamente com a história que melhor represente cada um dos cardápios feitos por vocês, para mostrar a seus familiares as coisas bacanas que estão fazendo na escola! Assim, vocês terão algo como uma biblioteca circulante, que permitirá que mais pessoas conheçam as histórias que você contou, mas também o trabalho que seus alunos e alunas fizeram a partir de cada uma delas.

Qual é o desafio?

Seu desafio é selecionar e contar a seus alunos e alunas tantas histórias quantas você conseguir nas quais os alimentos desempenhem um papel importante.

São muitas as histórias deste tipo, como Chapeuzinho Vermelho e a cesta de comidinhas para a vovó, Pedro Malasartes e a sopa de pedras, mitos indígenas sobre o surgimento da mandioca ou do guaraná, a Bruxa Salomé e seu jantar encantado, mitos clássicos, como o de Deméter e Perséfane, Rapunzel e a horta da bruxa vizinha. Lembre-se também que um dos principais personagens de Lobato é uma cozinheira e outro é uma avó, o que sempre significa várias comidas sobre a mesa. Seu critério, aqui, deve ser focado nos alimentos que você quer apresentar a seus alunos. Escolha as histórias que mais poderão conferir sentido simbólico a estes alimentos, aquelas que vão provocar em todas as crianças o desejo de participar da história e, por isso, o de experimentar estes alimentos.

Para começar, você deve contar as histórias escolhidas a seus alunos, daquele jeitinho que todas as histórias merecem. Se quiser, você pode levar para a sala de aula objetos e adereços que representem personagens ou cenários. Lembre-se que, neste caso, a ênfase é dirigida aos alimentos ou refeições que as histórias contêm, o que significa dizer que é aqui que deve se instalar um certo mistério, que só poderá ser resolvido com a participação das crianças.

À medida que forem colecionando histórias, convide seus alunos e alunas a montarem os cardápios de vários restaurantes diferentes: um restaurante que só atenda bruxas e magas muito más, um que só atenda fadinhas muito encantadoras, uma casa de chá que atenda às princesas mais delicadas, uma lanchonete só para super-heróis etc.

Selecionem, nas histórias, todas as informações que podem ajudá-los na montagem destes cardápios tão especiais, mas fiquem muito à vontade para usar sua imaginação. Montem cada cardápio com imagens dos pratos, desde as saladas e entradas, até as sobremesas. Procure levar exemplos de cardápios convencionais, para que eles entendam melhor como funciona este tipo textual.

Conforme os cardápios fiquem prontos, seus alunos poderão levá-los para casa, juntamente com a história que melhor represente cada um dos cardápios feitos por vocês, para mostrar a seus familiares as coisas bacanas que estão fazendo na escola! Assim, vocês terão algo como uma biblioteca circulante, que permitirá que mais pessoas conheçam as histórias que você contou, mas também o trabalho que seus alunos e alunas fizeram a partir de cada uma delas.

Por que realizar este desafio?

As atividades de letramento são uma excelente maneira de apresentar objetos e práticas do mundo dos adultos às crianças, como os cardápios, por exemplo, mas também os hábitos alimentares em geral.

As histórias, por sua vez, são um universo onde a fantasia infantil e estas práticas mundanas podem se encontrar sem os riscos e conflitos da vida real e, por isso, um lugar privilegiado para que as crianças experimentem suas hipóteses sobre estes modos adultos de fazer as coisas, ainda mais ou menos misteriosos para elas.

O que conta ponto?

Este desafio vale, no máximo, **200 pontos** que serão distribuídos da seguinte maneira: 50 pela realização, 40 pela qualidade do desafio realizado, 40 pelo registro que você fizer; 30 pelas histórias selecionadas e 10 pontos para cada cardápio desenvolvido, considerando um número máximo de 4 cardápios, num total de até 40 pontos.

O que será considerado no registro?
* Qualidade da informação (explicações detalhadas e suficientes sobre cada etapa do processo)
* Qualidade da documentação (fotos, produções das crianças, depoimentos das crianças e cozinheira ou membros da família etc)
* Sua avaliação (você deve relatar problemas que você tenha encontrado e também aquilo que você considerou bem sucedido, apresentando as razões para os dois casos)
* Conexão (como foi que você inseriu o desafio no seu planejamento curricular)
* Extrapolação (atividades que você tenha realizado a partir do desafio)

Você já pensou sobre isso?

  1. Os jogos simbólicos são o lugar onde as crianças exercitam aquilo que pensam e sentem sobre este mundo que vão conhecendo aos poucos. Um dos jogos simbólicos mais comuns é justamente sobre este gesto humano do alimentar-se e envolve fazer comidinhas, alimentar bonecas e brinquedos ou aos colegas, de mentirinha. Participar da brincadeira das crianças, sem dominá-la, pode ser uma forma interessante de apresentar a elas novas ideias sobre o tema.
  2. A presença de alimentos e refeições como elementos de histórias infantis é bem comum e isso não acontece à toa: os alimentos e as refeições têm um importante valor simbólico para quase todas as culturas.
  3. Comer comida de bruxa ou de fantasmas pode parecer repulsivo aos adultos, mas para muitas crianças a fantasia em si tem o poder de tornar atraentes alimentos que, de outra forma, elas facilmente recusariam.