Ensino Fundamental 9 a 14 anos Prato do dia

Seu desafio é conseguir informações sobre o funcionamento cotidiano da cozinha da escola. Comece perguntando a seus alunos o que eles já sabem a respeito, se conhecem as pessoas que trabalham lá, se já foram à cozinha, enfim, informações que as crianças possam ter obtido pela convivência diária na escola. Em seguida, faça perguntas cujas respostas as crianças provavelmente não conhecerão. Eles saberiam dizer quantas refeições são preparadas diariamente? A que horas começam a trabalhar as cozinheiras? Quanto tempo levam para preparar a refeição? Quanto lixo é produzido no preparo e consumo de cada refeição (você já deve ter notado quanta comida pode ser desperdiçada numa única refeição, não é mesmo)? Quando vocês constatarem que ainda não têm respostas para estas e outras perguntas – você pode ampliar a lista! -, explique às crianças que uma pergunta só é pergunta se for possível obter para ela uma resposta. Assim, pergunte como eles fariam para obter as respostas. É provável que eles sugiram uma pesquisa in loco, ou seja, que vocês vão à cozinha e verifiquem ou entrevistem pessoas que possam fornecer as respostas. É preciso reconhecer a inteligência das crianças, dizendo que elas tiveram a mesma idéia que muitos cientistas têm quando querem descobrir coisas importantes e, em seguida, dizendo-lhes que elas têm a sorte de ter um(a) professor(a) muito inteligente, que sabe como os cientistas fazem isso, e pode, portanto, ensinar-lhes estes métodos. Monte com eles dois roteiros: um de observação – muito útil para verificar a quantidade de lixo que é produzida a cada refeição, considerando preparo e consumo – e um de entrevistas, que será útil para conhecer melhor o funcionamento da cozinha e o trabalho das cozinheiras. Assegure-se de que seus alunos terão as autorizações necessárias para proceder à pesquisa, sem esquecer que a participação das crianças nesse processo é algo a ser ensinado. Assim, são elas que devem escrever os pedidos de autorização, organizando-se para apresentar explicações sobre o trabalho que estão realizando e sobre a necessidade, por exemplo, de realizar visitas à cozinha ou interromper momentaneamente o trabalho das cozinheiras. Além dessa pesquisa, vocês podem realizar uma pesquisa de opinião com as crianças da escola, verificando o que elas pensam sobre as refeições, pontos positivos e negativos, e quem escolhe não comer na escola e por quê. Depois que vocês tiverem obtido respostas às questões, é hora de organizar as informações para que elas se tornem públicas, em cartazes que devem ser afixados em pontos estratégicos da escola, como o refeitório, o lugar de descarte dos restos das refeições, próximo ao cardápio etc.

Qual é o desafio?

Seu desafio é conseguir informações sobre o funcionamento cotidiano da cozinha da escola. Comece perguntando a seus alunos o que eles já sabem a respeito, se conhecem as pessoas que trabalham lá, se já foram à cozinha, enfim, informações que as crianças possam ter obtido pela convivência diária na escola. Em seguida, faça perguntas cujas respostas as crianças provavelmente não conhecerão. Eles saberiam dizer quantas refeições são preparadas diariamente? A que horas começam a trabalhar as cozinheiras? Quanto tempo levam para preparar a refeição? Quanto lixo é produzido no preparo e consumo de cada refeição (você já deve ter notado quanta comida pode ser desperdiçada numa única refeição, não é mesmo)?

Quando vocês constatarem que ainda não têm respostas para estas e outras perguntas – você pode ampliar a lista! -, explique às crianças que uma pergunta só é pergunta se for possível obter para ela uma resposta. Assim, pergunte como eles fariam para obter as respostas. É provável que eles sugiram uma pesquisa in loco, ou seja, que vocês vão à cozinha e verifiquem ou entrevistem pessoas que possam fornecer as respostas.

É preciso reconhecer a inteligência das crianças, dizendo que elas tiveram a mesma idéia que muitos cientistas têm quando querem descobrir coisas importantes e, em seguida, dizendo-lhes que elas têm a sorte de ter um(a) professor(a) muito inteligente, que sabe como os cientistas fazem isso, e pode, portanto, ensinar-lhes estes métodos.

Monte com eles dois roteiros: um de observação – muito útil para verificar a quantidade de lixo que é produzida a cada refeição, considerando preparo e consumo – e um de entrevistas, que será útil para conhecer melhor o funcionamento da cozinha e o trabalho das cozinheiras.

Assegure-se de que seus alunos terão as autorizações necessárias para proceder à pesquisa, sem esquecer que a participação das crianças nesse processo é algo a ser ensinado. Assim, são elas que devem escrever os pedidos de autorização, organizando-se para apresentar explicações sobre o trabalho que estão realizando e sobre a necessidade, por exemplo, de realizar visitas à cozinha ou interromper momentaneamente o trabalho das cozinheiras.

Além dessa pesquisa, vocês podem realizar uma pesquisa de opinião com as crianças da escola, verificando o que elas pensam sobre as refeições, pontos positivos e negativos, e quem escolhe não comer na escola e por quê.

Depois que vocês tiverem obtido respostas às questões, é hora de organizar as informações para que elas se tornem públicas, em cartazes que devem ser afixados em pontos estratégicos da escola, como o refeitório, o lugar de descarte dos restos das refeições, próximo ao cardápio etc.

Por que realizar este desafio?

Conhecer o funcionamento da cozinha e a quantidade de trabalho envolvida no preparo de cada refeição humaniza as relações, trazendo para este momento e este alimento um valor simbólico mais amplo. O reconhecimento de funções muitas vezes invisíveis no ambiente escolar (como a das cozinheiras) valoriza, igualmente, o trabalho destes profissionais e suas relações com as crianças. Toda esta geração de valor é fator importante para a consecução de objetivos mais pragmáticos, como a redução do desperdício, por exemplo.

O que conta ponto?

Este desafio vale, no máximo, **200 pontos** que serão distribuídos da seguinte maneira: 50 pela realização, 40 pela qualidade do desafio realizado e respectivo registro que você fizer; 10 para cada cartaz produzido e afixado na escola com as informações obtidas na pesquisa (no máximo, 80 pontos, ou seja, 8 cartazes) e 30 para o envolvimento de outros profissionais da escola dos setores não diretamente pedagógicos – cozinheiras, auxiliares de manutenção e limpeza, etc.

O que será considerado no registro?
* Qualidade da informação (explicações detalhadas e suficientes sobre cada etapa do processo)
* Qualidade da documentação (fotos, produções das crianças, depoimentos das crianças e cozinheira ou membros da família etc)
* Sua avaliação (você deve relatar problemas que você tenha encontrado e também aquilo que você considerou bem sucedido, apresentando as razões para os dois casos)
* Conexão (como foi que você inseriu o desafio no seu planejamento curricular)
* Extrapolação (atividades que você tenha realizado a partir do desafio)

Você já pensou sobre isso?

  1. Há muitas formas de produzir lixo, desde o desperdício até o consumo de produtos com muitas embalagens descartáveis. Que tal uma pesquisa sobre alternativas de consumo que produzam menos resíduos?
  2. O lixo escolar pode ser separado para a reciclagem e o lixo orgânico pode ser compostado. É muito fácil montar uma composteira e muito interessante, além de ser uma ótima oportunidade para ensinar às crianças uma série de conteúdos da área de ciências.
  3. Estabeleça uma unidade de medida que as crianças possam compreender e mensurar facilmente, como sacos ou caixas, em lugar de usar os tradicionais litros ou quilos.