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Ensino Fundamental 6, 7 e 8 anos Histórias saborosas

Sobre Nós

Eu, Maria Luzia de Góis Silva, conhecida por todos como Malu Góis. Sou Professora da Rede Municipal de Guarulhos desde 14/04/2003 (13 anos).

Galguei muitos degraus em minha formação, sempre na área de educação. Fiz o técnico no Magistério, Curso Superior em pedagogia, Curso Superior em História, complamentação em Filosofia. Tenho extensão em Alfabetização e Letramento pela Antiga DRE - Estado de São Paulo, Pós gradução em Metodologia de História e Leitura de Imagens pela UNICAMP, e Terminando pós Gradução em Educação Ambiental pela UNIFESF. Porém tenho diversos cursos de atualizações, tudo o que aparece faço, e também participo com minhas turmas de um programa de Pesquisa pela USP Leste "Mão na Massa", participei do Boa Energia, do Ecoviver, dos programas do SAAE e muitos outros que surgiram, adoro novidades, como no caso do Nutrir na Escola, mais uma oportunidade;

Também sou Professora efetiva de História e Filosofia nas Escolas Estaduais, atualmente Fundamental II e Ensino Médio.

Meus alunos , da turma em que participo são os da Prefeitura de Guarulhos, 4 ano-A são excelentes, todos alfabetizados, (lê e escreve) dinâmicos e abertos a participar de todas as propostas, (idade entre 8 a 9 anos)

A Comunidade é receptiva sempre me apoiam em todas as propostas. Estou na escola desde 2010 e moro no Bairro a 25 anos;

A minha escola é fantastica, pequena com sete salas de aula por período, funciona em três turnos: manhã, intermediário e tarde. Atende alunos de 04 a 10 anos de idade - Ensino Infantil e Fundamental I, sas salas têm metragens pequenas e comportam 30 alunos cada uma, e funcionam com o limite máximo. A equipe gestora é participativa e colabora com todas as propostas apresentadas. A Coordenadora é envolvida com os projetos e sempre participa dos cursos junto com os professores e das realisações dos mesmos. Inclusive está participando junto do Nutrir na escola.

Passo a Passo

 

Trilha: Histórias Saborosas

2 – passo a passo

Quais foram as etapas do desafio? O que nós fizemos primeiro, depois, depois e depois?

Mês de Setembro – Construindo a identidade da culinária no Brasil

Objetivo Geral:

Que os alunos reflitam a formação do Brasil como um país multicultural e que as misturas de hábitos alimentares, receitas e inserção de produtos (alimentos), também foi formador de comportamentos, pensamentos, biótipos tudo relacionado a especificidade  cultural, que só é possível por ser um País formado como “síntese do mundo”, tanto em cultura quando na diversidade de costumes alimentar.

Objetivos Específicos:

- Perceber a infinidade de produtos que foram trazidos pelos estrangeiros e se misturaram com os nativos, mas essa mistura ganhou a criatividade impar do brasileiro;

- Conhecer o período das Grandes navegações que culminaram nas descobertas de novas terras, inclusive o Brasil. O foco principal de lançar-se aos mares na época foi à busca de terras, e novos produtos, dentre tantos produtos como pedras preciosas, pau Brasil e outros, estão às especiarias que movimentou os navegadores e o mundo da época, temperar a comida foi à novidade que gerou séries infinitas de receitas e maneiras de preservar alimentos;

- Observar a infinidade de receitas em textos instrucionais, a troca de alimentos que deu em receitas e as trocas de receitas que geram e geram outras tantas. No caso do Brasil a culinária é riquíssima, mistura do mundo todo;

- Refletir tudo o que está presente em delével nas mentes dos brasileiros: Vestimentas, lendas, contos, histórias, ditos populares, parlendas, festejos, brincadeiras, enfim vieram tantas coisas que se misturaram a outras tantas aqui, essa mistura é o toque especial do ser brasileiro;

- Como foco, em resposta a trilha da proposta do Nutrir Na Escola, as histórias que giraram seus enredos entorno de alimentos, dos problemas e soluções devido a busca de alimentos, através da magia dos personagens possibilidades em discutir as diferentes sociedades e como enfrentaram as dificuldades em ter alimento, conservá-los e transportá-los sem perecer.

Desenvolvimento

O desenvolvimento da proposta foi executado em etapas, porém todos os dias reflexões sobre o tema. A parte teórica foi dividida entre os dias reservados as disciplinas específicas que atendem aos objetivos da Sala: Língua Portuguesa com textos: Histórias fantásticas (contos de fadas) e contos de artimanhas (Pedro Malasarte), eixo comunicação e expressão; Em História as Grandes Navegações e os encontros culturais, e os diferentes hábitos alimentares que se misturaram, trocas de receitas e de produtos que ampliou o paladar e a economia do mundo inteiro, eixos Identidade e Autonomia, Interação Social e Natureza e Sociedade; Em Matemática foram trabalhados cálculos e raciocínio lógico com as medidas e nas adições de ingredientes nas receitas, tabelas com preços dos ingredientes e valores gastos para preparo das receitas, pesquisa e gráficos de preferencia de pratos e produtos; Em Arte o trabalho foi com as imagens trazidas nos textos lidos e imagens das pinturas “Natureza Morta” que tanto retrataram a fartura alimentar da época das navegações, e as fotos atuais onde as comemorações sempre são regadas a muita comida, mesa farta e enfeitadas sempre significou muito, o conforto e estabilidade da vida humana na Terra. Em Educação Física foram trabalhadas as brincadeiras envolvendo alimentos e divertindo com letras de música coreografada que mencionam alimentos e o ato de alimentar.

Avaliação

Observação do comportamento durante as atividades, a dedicação a cada etapa, como resolveram os problemas trabalhado, como registaram o que foi sendo pedido, o capricho e envolvimento com cada atividade, as propostas e conhecimentos que trouxeram de casa, as informações trazidas nas pesquisas. Avaliação contínua.

Público envolvido

A sala do 4º ano A, participando do Nutrir na Escola. Durante o processo do trabalho foi servido Crepe de chocolate e Algodão doce (a escola tem máquina para fazer essas receitas) tornando mais divertido o trabalho, compartilhar alimentos em grupo sempre foi divertido.

Objetivos

 

O que eu queria ensinar aos meus alunos e alunas por meio desse desafio?

Histórias Saborosas: Construindo a identidade da culinária no Brasil

Objetivo Geral:

Com essas atividades objetivo é o desenvolvimento do conteúdo de Histórias, a “globalização alimentar” a partir das Grandes Navegações, preservação alimentar, escassez alimentar, doenças causadas por falta de nutrientes, conflitos familiares derivado de a pobreza alimentar, soluções encontradas para garantir o alimento e a sobrevivência..., enfim, perceber a importância do alimento para a sobrevivência, valorizar o que se tem à mesa.

Objetivos específicos

- Convivência em grupo, tolerância com a opinião do e com a própria, cada um tem uma preferência;

- Valorização dos alimentos;

- Perceber o quanto a sociedade constrói-se devido aos alimentos;

- Desenvolvimento de estratégias, elaboração de regras e negociações com o outro;

- Perceber outros aspectos culturais, elementos religiosos, comemorações, superstições, etc, em garantia de fartura nas colheitas.

Atividades

01 - Narrativas motivadoras das reflexões: Logo de manhã (7h). Em circulo foi contado a História do João e o Pé de Feijão. Discutido as prerrogativas dos comportamentos dos personagens: João fez certo? Trouxe a galinha dos ovos de ouro do Gigante. É certo pegar algo do outro? O Gigante foi mal com João? João invadiu o mundo do Gigante ou foi perseguido pelo Gigante? A mãe de João aceitando a galinha de ovos de ouro que o filho trouxe pra casa, agiu corretamente? João não tinha alimento conseguiu de uma maneira certa ou errada? Quais maneiras existem para obter o sustento? Questionamento que na roda de conversa foi explorado em amistoso debate. Após a reflexão uma interpretação de texto com preenchimento de lacuna da história e uma reescrita da Narrativa com ilustração criada individualmente.

02- Sopa de Pedra (Pedro Malasarte): Leitura em circulo e debate dobre o comportamento de Pedro Malasarte, suas artimanhas para conseguir a sopa que matou sua fome foi lícita? O que é ser esperto? O que é aproveitar da bondade alheia?. Enfim o debate girou entorno da esperteza e das artimanhas que faz parte do jeitinho brasileiro e é aceito pela sociedade (objetivo: descontruir a ideia de ser esperto é legal se levo vantagens). Após debate foi trabalhado a estrutura do texto de Artimanhas, com interpretação de textos o uso de parágrafos. ( o registro das atividades utilizando o texto)

03 – Branca de Neve: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. A maçã oferecida pela senhora (bruxa), convenceu porque é um alimento que traz um valor simbólico que remete à conquista. Onde mais percebe a maçã como convencimento, conquista de confiança que leva a perigos? (muitos se lembraram da maça de Eva, convencida pela cobra que causou a ruina do casal como desobediência). Então discutimos a desobediência em querer alimentos proibidos, alguns por não poder como no caso de alérgicos, restrições por problemas de saúde, outros por proibições e recomendações religiosas, como peixe na semana santa para os cristãos católicos, não a carne de porco pelos muçulmanos, não a carne pelos vegetarianos por opção, outros por mito que estruturam crenças, como a manga com leite etc. Enfim a discussão saiu da magia da história e deu a volta na História real. Atividades do dia teve esse texto como base.

04 – Chapeuzinho Vermelho: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. O cuidado com a vó doente em ter que alimentá-la, a mãe que recomendou os perigos a filha confiando na menina, o lobo (animal) que se alimenta de caça, apesar de na história ter comportamento humano, na realidade é vivo e apesar dos perigos também busca alimento, o lobo e todos os seres vivos. O comportamento da vó, idosa e fraca que com o alimento se reestabeleceria, do caçador que certamente se alimentava com fartura por isso mantinha-se forte, venceu os perigos na história e ajudou chapeuzinho e a vó. Nos contextos das histórias da Idade Média a falta de alimento, os perigos das florestas sempre foram constantes. Os limites das florestas e das aventuras em sair que era conhecido.

05 – João e Maria: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. Porque o Pai de dos meninos casou-se novamente? A escassez de alimentos que forçou as crianças a se aventurar pela floresta desconhecida para arrumar comida? A fome que levou a atacar a casa de doces? O comportamento da bruxa que constrói uma casa atrativa para facilitar a caça a crianças? Toda a história está permeada de significados, da busca desesperada pelo alimento. As atividades foram desenvolvidas sobre as problemáticas das crianças que ganham dinheiro nos faróis, nos cruzamentos das ruas, em comparação com narrativa de João e Maria.

06 – A História do Sal: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. A Princesa que compara o tamanho do seu amor ao pai, o rei ao sal, alegando que “gostava dele o tanto que o povo gostava do sal”. O comportamento do Rei ao banir a filha do reino dizendo que o sal era um produto com pouco valor e que essa comparação o desmerecia. O comportamento da moça que após anos de sofrimento faz uma festa para o rei e serve comida sem sal e todos os convidados reclamam então, ela fala o sentido do valor do sal, o tempero que dá o sabor completando o que falta na comida. As atividades do dia giraram entorno da importância do Sal nos alimentos desde a Idade Média, a origem do sal, de onde vem às dificuldades em retirar esse produto da natureza, a composição do sal, os perigos do sódio, etc. O uso do sal, sódio na preservação alimentar desde o preparo dos produtos levados nas embarcações pelos navegantes das Grandes Navegações.

07 – A Bela e a Fera: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. Comportamento da Bela, sofisticada e delicada que se alimenta com talheres a mesa. O comportamento da fera que come como “animal” e é ensinado por Bela. Os objetos Lumier, Relógio, conjunto de chá, todos relacionado a servir bem, a bela cozinha francesa. As atividades foram todas refletindo a posturas da nobreza europeia com os alimentos, cozinhas fartas, alimentos frescos e requintados.

 08 – Origem da Mandioca. Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. O comportamento da tribo indígena em relação a origem da mandioca ser um alimento originado de uma indiazinha morta que fora chorada pela sua mãe e seu corpo transformara no principal alimento que matou a fome de todo o povo. Todas as atividades foram relacionadas ao comportamento dos Indígenas na busca dos seus alimentos, coletores e caçadores e mesmo o que era cultivado sempre foi visto como presente dos deuses, com respeito à natureza. A simplicidade dos povos indígenas em seus saborosos e nutritivo cardápio.

09 – O que tem na panela Jamela?: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. Comportamento de Jamela, uma menina Africana que nada sabe sobre o Natal e se apaixona pela galinha destinada a ceia e a quer como bicho de estimação, a Mãe de Jamela que serve pratos típicos da sua cultura substituindo a carne e é elogiada durante a ceia. As atividades foram relacionadas as comemorações culturais onde cada sociedade sempre apresentou o alimento que foi possível pela geografia do lugar, Os empréstimos culturais que envolve as comemorações que mesmo não tendo os sentidos iniciais permanecem ao longo dos tempo.

10 – Sítio do Pica pau Amarelo: Reinações de narizinho: Leitura em circulo e debate sobre os comportamentos dos personagens. Principalmente a ênfase nas relações alimentar que acontece no sítio, Tia Anástácia, a cozinheira, relações com Dona Benta que mesmo a senhora da casa ajuda na cozinha, as crianças e até os animais que sempre comem e citam comida. Trabalho do dia envolve as relações do Brasil escravagista, onde os escravos se misturam com os senhores e os hábitos alimentares se trocam através das receitas, mesmo o distanciamento entre senhores e escravos não impede as misturas culturais na culinária Africana, Indígena e Europeia. A Formação básica da cultura brasileira está na mistura.

Avaliação

Como sei que eles aprenderam aquilo que eu me propus ensinar?

Avaliação

Observação do comportamento durante as atividades, a dedicação a cada etapa, como resolveram os problemas trabalhado, como registaram o que foi sendo pedido, o capricho e envolvimento com cada atividade, as propostas e conhecimentos que trouxeram de casa. Avaliação contínua.

Nesse caso, as crianças relacionaram os personagens das histórias com pessoas e atitudes da vida cotidiana atual. Também percebi respeitam mais os alimentos durante as refeições na escola, estão mais tolerantes com as opiniões e escolhas dos colegas. Como todo o trabalho se embasou em pesquisa estão animados, trazendo outras informações sobre a cultura, trazendo informações sobre os alimentos de casa, o que costumam comer, valorizando pratos que antes nem queriam experimentar e relatando que é saboroso. Falam sobre os alimentos que teve em casa, o modo de preparo e que à tudo comeram, gostaram ou não gostaram. Comer é um ato de nutrir o corpo e permanecer vivo. Os símbolos que representam o país foram trabalhados como identificação da especificidade da nossa cultura e percebo a valorização dos alimentos. Avaliação positiva alcançou o objetivo que foi de conscientização, reflexões sobre os hábitos culturais que estão dentro de casa e que sempre nutriram a vida da família brasileira e não é percebido, muito menos valorizado. Avalio como maravilhoso, momentos de conscientização que abriram portas para novos trabalhos. As “Histórias Saborosas” foram momentos maravilhosos em “enxergar” nos livros a realidade das sociedades, e como o alimento foi buscado por cada uma.

Na reunião de pais, ocorreu início de Setembro os pais se colocaram dizendo das mudanças alimentares dos filhos, que há aceitação as propostas da família.

Como ponto de partida foi à turma, na reunião de pais vou deixar um momento pra conversar com eles sobre os resultados percebidos em casa.

Quem Participou

Público envolvido

A sala do 4º ano A, participando do Nutrir na Escola. As atividades ocorreram em sala de aula, na quadra e no páteo. 

Conexões

Eu consegui que esse desafio tivesse conexão com minhas atividades curriculares?

Conexões entre o desafio do Nutrir na escola e currículo

Sim, consegui que esse desafio tivesse conexão com minhas atividades curriculares. Trabalhar as Grandes Navegações e a formação do povo brasileiro é conteúdo do 4º ano, também foram inseridos os demais assuntos. A dinâmica da vida no Planeta Terra e os diferentes alimentos fornecidos pela natureza de acordo com o clima, com o solo, com a criatividade da sociedade em transformar esses recursos em alimentos. As origens escrita nas produções de textos, as narrativas, contos fantásticos, contos de artimanhas, reescrita de narrativas, adaptações de textos sabendo que os elementos da historia sempre deve permanecer, mas pode ser adaptado há tempos e espaços diferentes, enfim foi um trabalho interdisciplinar. A magia da leitura, das historias trazendo o sabor do conhecimento. A leitura e a escrita movimentaram todas as atividades propostas no currículo. O Planejamento para o mês de setembro não foi mudado, o Nutrir na Escola acrescentou dinamizando as discussões com um foco mais direcionado para textos que trouxeram informações sobre comportamentos em culturas e tempos diferentes.

Desdobramentos

Esse desafio teve desdobramentos, ou seja, fizemos outras coisas a partir dele? Quais?

Desdobramentos do desafio

Sim, Como mencionado, As leituras fizeram parte do trabalho de conscientização sobre a importância dos alimentos na evolução humana, e da Formação da Culinária no Brasil ser a mistura da culinária do mundo. No Brasil a mistura dos povos deu vida a culinária com diversidade de produtos oferecido pela terra. Conhecer o princípio da formação cultural, a base da formação do Brasil também está na mesa de cada brasileiro hoje. Misturou se hábitos e transformou em hábitos de brasileiros.

No caso ao registrar esses momentos já estamos executando outros desafios, trabalhando com alimentos, saúde e o prazer em comer.

Alegrias

 Satisfação

Feliz mesmo foi em perceber que a classe relacionou as histórias dos livros com os conteúdos necessários da classe, crianças debatendo, buscando informações é o que deixa o professor feliz ;

Também registro a satisfação em perceber o envolvimento das famílias no trabalho.

Nem Tudo São Flores

Mais aproveitado

Poderia ter mais tempo, na escola poderia ter mais espaço físico, laboratório, cozinha etc. Enfim, são coisas que não da muito pra mudar, sonhos que não impossibilitou os trabalhos, então penso que foi o maravilho, juntos, fizemos nosso melhor.

Expectativas

Mudanças de comportamentos

Espero que adquira mais “sabor” pela leitura, o gosto em ler está em conseguir relacionar o que vai ao livro com conceitos que entendo, quando existe a compreensão do assunto a imaginação corre solta, só a imaginação em cenário compreendido pela mente, o desenvolvimento cognitivo dos alunos acontece quando há compreensão.

A mudança precisa está na percepção de si mesmo, que faz parte de uma história cultural, que sua família é parte dessa cultura que comer não é apenas um ato de matar a fome, mas também uma criação social, cultural.

Revisão

Fazer melhor

Separar mais livros sobre o assunto, é o que faria, um cantinho de leitura só sobre o tema, todos os livros foram levados pelos alunos para ler em casa, disponibilizados depois do trabalho eles procuravam, mas não tive tempo de procurar mais na biblioteca da escola, isso teria que ser feito antes